1ª Guerra Mundial
A primeira guerra mundial foi uma guerra entre as principais potências mundiais da época, a Tríplice Entente (composta pela Inglaterra, França e Rússia) contra a Tríplice Aliança (Alemanha, Austro-Húngaro e Itália).
O estopim para esse combate foi a morte de Francisco Ferdinando, príncipe austro-húngaro, na Bósnia.
A partir daí, várias alianças entre nações foram formadas para a guerra.
O Brasil participou indiretamente na guerra, mandando médicos e enfermeiros, apoiando a Tríplice Entente.
Os conflitos poderiam ser divididos em duas etapas: A primeira onde houve a ofensiva alemã nos territórios da Bélgica e da França, conhecida como guerra de movimento. E a segunda pela guerra de trincheiras (onde os soldados ficavam em valas, para se protegerem).
Em 1918 as tropas aliadas (francesas, belgas, inglesas e estadunidenses) estabeleceram que a Alemanha perdesse a guerra. Nesta mesma data, a guerra acaba e a Tríplice Aliança é derrotada. Apesar da Inglaterra, França e Rússia terem ganhado, todos os países que participaram da guerra tiveram muitas perdas.
A Primeira Guerra teve repercussões no mundo. Como o surgimento da Liga das Nações e o enfraquecimento da Alemanha. Com o enfraquecimento da Alemanha, esse país assinou o Tratado de Versalhes (um tratado político).
Houve outros tratados entre os países envolvidos, como o Tratado de Trianon, Tratado de Saint-Germain, Tratado de Neuilly, Tratado de Sèvres e Tratado de Lausanne.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Resumo das aulas do dia 4 e 6 de maio
Dia 4:
Guerra dos Boxers
Uma sociedade chinesa secreta (conhecido como boxers), era contra o imperialismo na China, pois não era viável culturalmente nem economicamente. Como em vários locais que ocorreu o imperialismo, a cultura do país colonizador era imposta e os chineses valorizavam muito a cultura local.
Um conflito se estabeleceu na China, os boxers destruíram algumas missões religiosas e mataram estrangeiros e chineses convertidos que residia o país. O governo chinês, vendo que eles mesmos estavam sendo prejudicados, pediu ajuda ao Japão. O fato inesperado é que os japoneses, após reprimir os boxers, ocuparam parte da China.
Revolta dos Cipaios
Os cipaios eram soldados indianos, composto por mulçumanos e hinduístas, que trabalhavam para o exército britânico.
Ocoreu um boato de que os cartuchos das armas utilizadas eram engordurados com sebo de vaca e porco. E esse fato era reprovável para esses soldados, pois havia a ingestão da gordura animal ao morder o cartucho para deixar a pólvora exposta.
Os soldados indianos se revelaram, mas foram reprimidos pelos ingleses.
Dia 6:
Imperialismo na América Latina
Os países latinos americanos se libertaram e estavam suscetíveis para serem dominados pelos países britânicos através do imperialismo.
Os Estados Unidos não queria que houvesse o imperialismo na América (por afetar a própria economia), então fizeram acordos com os países latinos, controlando pacificamente a economia dos países. Essa doutrina foi proposta por James Monroe, que governou o EUA de 1817 até 1825.
Mais tarde, o presidente Willian Taft (1909-1913) emprestou dólar (no intuito de deixar esse dinheiro mais popular) para os países americanos, mas esses países não conseguiram pagar as dívidas feitas com os Estados Unidos, ficando dependente desse país norte-americano.
Postado pela aluna Carla Y. Kato Mizuta. Nº 3
Guerra dos Boxers
Uma sociedade chinesa secreta (conhecido como boxers), era contra o imperialismo na China, pois não era viável culturalmente nem economicamente. Como em vários locais que ocorreu o imperialismo, a cultura do país colonizador era imposta e os chineses valorizavam muito a cultura local.
Um conflito se estabeleceu na China, os boxers destruíram algumas missões religiosas e mataram estrangeiros e chineses convertidos que residia o país. O governo chinês, vendo que eles mesmos estavam sendo prejudicados, pediu ajuda ao Japão. O fato inesperado é que os japoneses, após reprimir os boxers, ocuparam parte da China.
Revolta dos Cipaios
Os cipaios eram soldados indianos, composto por mulçumanos e hinduístas, que trabalhavam para o exército britânico.
Ocoreu um boato de que os cartuchos das armas utilizadas eram engordurados com sebo de vaca e porco. E esse fato era reprovável para esses soldados, pois havia a ingestão da gordura animal ao morder o cartucho para deixar a pólvora exposta.
Os soldados indianos se revelaram, mas foram reprimidos pelos ingleses.
Dia 6:
Imperialismo na América Latina
Os países latinos americanos se libertaram e estavam suscetíveis para serem dominados pelos países britânicos através do imperialismo.
Os Estados Unidos não queria que houvesse o imperialismo na América (por afetar a própria economia), então fizeram acordos com os países latinos, controlando pacificamente a economia dos países. Essa doutrina foi proposta por James Monroe, que governou o EUA de 1817 até 1825.
Mais tarde, o presidente Willian Taft (1909-1913) emprestou dólar (no intuito de deixar esse dinheiro mais popular) para os países americanos, mas esses países não conseguiram pagar as dívidas feitas com os Estados Unidos, ficando dependente desse país norte-americano.
Postado pela aluna Carla Y. Kato Mizuta. Nº 3
Aulas dos Dias 04 e 06 de Maio
Guerra dos Boxers (1898-1900)
Os Boxers eram uma sociedade secreta que via o imperialismo como um grande problema que além de controlar a China também iria impor uma nova cultura. Então criaram uma grande rebelião que foi reprimida por pelo China e pelo Japão. Essas revoltas tiveram duração de mais de dois anos.
Revolta dos Cipaios
Essa revolta teve inicio quando correu um boato de que a graxa usada pelos ingleses nas armas dos soldados indianos e muçulmanos era feita de banha de vaca e de porco que para os indianos o primeiro era um animal sagrado e para os muçulmanos o segundo era impuro. Então os soldados indianos apenas chegavam no campo de batalha e não atacavam apenas morriam.
Imperialismo da América Latina
Doutrina Monroe
O presidente James Moroe queria 'proteger' as terras americanas do imperialismo europeu assim podendo implantar uma espécie de imperialismo disfarçado nas colônias hispânicas dizendo "América para os Americanos"
Theodore Rooseveld ficou conhecido por sua política rígida e violenta que ficou conhecida como política do Big Stick que consistia em falar manso com um porrete na mão.
Willian Taft implantou uma política de impostos para implantar a diplomacia do dólar impondo essa moeda e a cultura norte americana.
Postado por Rafael C. do Nascimento Nº27
domingo, 1 de maio de 2011
DIA 27
Imperialismo
O modelo imperialista surgiu na segunda metade do século XIX o imperialismo também pode ser chamado de neocolonialismo pois pregava a expansão territorial para comercializar. Os principais impérios foram o Britânico, Francês, Russo e Alemão.
Partilha da África
A partilha da África foi um congresso ocorrido em Berlim para saber o que fariam com as terras africanas feito pelos países que tinham o domínio da África e foi decidido que os "donos" deveriam investir dinheiro nas colônias, isso acabou gerando conflitos e racismo.
Imperialismo na Ásia
O imperialismo na Ásia foi bem mais traumático do que na África pois os países já tinham uma autonomia maior do que os africanos e no caso da China que tinha a seda e o chá foi ainda mais cobiçada tendo grande parte do seu território dominada e sofreu imposição de cultura e trafico de ópio por parte da inglaterra que queria apenas lucros e Hong Kong que sofreu com a mudança de domínio.
Imperialismo na Índia
Nessa colonização os que mais sofreram foram as classes oprimidas pois foram muito exploradas
mais houveram pontos positivos que foram a industrialização e urbanização.
Escrito e postado por Rafael Campos do Nascimento nº 27
sábado, 30 de abril de 2011
Resumo das aulas dos dias 27 e 29 de abril
- Resumo do dia 27:
Imperialismo:
No imperialismo ocorreu a busca da conquista do mercado consumidor, com o objetivo de se obter mais lucro.
Houve a consolidação pós-revolução industrialização do modelo imperial. Ou seja, o modelo imperial se modificou para poder vender o seu produto nas terras adquiridas pelas nações, começando uma corrida imperialista.
A corrida imperialista foi uma disputa entre os países mais desenvolvidos (começando pela Inglaterra, França e Alemanha), em relação ao domínio de novas terras para serem exploradas.
O primeiro país que iniciou essa corrida foi a Inglaterra. Este país dominou a África (por ser um continente “fraco” em armamento). A cultura inglesa será imposta para os africanos de uma maneira inevitável, pois os ingleses colocarão a venda somente os seus produtos no continente africano, deixando-os sem opções.
- Resumo do dia 29:
Partilha da África:
Os ingleses e os franceses foram atraídos para a África, uma vez que esse continente era muito rico em borracha, marfim, minérios e diamantes.
Tanto a Inglaterra como a França (e futuramente outras nações) colonizaram regiões da África com a justificativa de que trariam progresso e desenvolvimento para esses povos. Como disseram, os países avançados trouxeram desenvolvimento, mas apenas para o seu próprio favorecimento, facilitando a extração da matéria-prima e o comércio local.
Para que houvesse uma ordem entre os países industrializados em relação ao domínio de terras novas, ocorreu a Conferência de Berlim (1884-1885). Essa conferência pregava que o país colonizador deveria investir dinheiro e colonizasse efetivamente a região do território pretendido.
Diante desse processo, a população africana sofreu, visto que se submeteram ao trabalho escravo, além de lidar com o racismo.
Imperialismo na Ásia:
A China e a Índia foram alvos também do imperialismo. Entretanto, a China pertenceu a mais de uma nação estrangeira por ser um país fragilizado economicamente no século XIX. O artesanato luxuoso e produtos (como a seda e o chá) despertaram a cobiça nos países colonizadores. Entretanto, o principal atrativo foi o ópio.
A China, vendo que o ópio (vindo da Índia, uma colônia inglesa) trazia problemas para a própria população, proibiu a venda dessa droga no território. Mas mesmo sendo proibido, os traficantes chineses compravam ou trocavam produtos locais por ópio. Esse conflito de imposições das leis chinesas e os interesses britânicos causaram a Guerra do Ópio. Ao final dessa guerra, a China foi domada pelos ingleses.
Da mesma forma em que ocorreu em outros países colonizados, a Inglaterra impôs uma cultura (imposição de valores, crenças e costumes vindos dos países dominantes).
Imperialismo na Índia:
O imperialismo na Índia mostrou pontos de vistas diferentes, pois muitos viam a dominação inglesa como algo beneficente, o que de certa forma era verdade (houve construção de ferrovias, pavimentação de estradas e instalação de linhas de telégrafo). Mas por outro lado, houve a exploração das classes oprimidas e a pobreza proveniente do imperialismo inglês, causando revoltas contra a ocupação inglesa.
Postado e escrito pela aluna Carla Yuriane Kato Mizuta nº 3
Imperialismo:
No imperialismo ocorreu a busca da conquista do mercado consumidor, com o objetivo de se obter mais lucro.
Houve a consolidação pós-revolução industrialização do modelo imperial. Ou seja, o modelo imperial se modificou para poder vender o seu produto nas terras adquiridas pelas nações, começando uma corrida imperialista.
A corrida imperialista foi uma disputa entre os países mais desenvolvidos (começando pela Inglaterra, França e Alemanha), em relação ao domínio de novas terras para serem exploradas.
O primeiro país que iniciou essa corrida foi a Inglaterra. Este país dominou a África (por ser um continente “fraco” em armamento). A cultura inglesa será imposta para os africanos de uma maneira inevitável, pois os ingleses colocarão a venda somente os seus produtos no continente africano, deixando-os sem opções.
- Resumo do dia 29:
Partilha da África:
Os ingleses e os franceses foram atraídos para a África, uma vez que esse continente era muito rico em borracha, marfim, minérios e diamantes.
Tanto a Inglaterra como a França (e futuramente outras nações) colonizaram regiões da África com a justificativa de que trariam progresso e desenvolvimento para esses povos. Como disseram, os países avançados trouxeram desenvolvimento, mas apenas para o seu próprio favorecimento, facilitando a extração da matéria-prima e o comércio local.
Para que houvesse uma ordem entre os países industrializados em relação ao domínio de terras novas, ocorreu a Conferência de Berlim (1884-1885). Essa conferência pregava que o país colonizador deveria investir dinheiro e colonizasse efetivamente a região do território pretendido.
Diante desse processo, a população africana sofreu, visto que se submeteram ao trabalho escravo, além de lidar com o racismo.
Imperialismo na Ásia:
A China e a Índia foram alvos também do imperialismo. Entretanto, a China pertenceu a mais de uma nação estrangeira por ser um país fragilizado economicamente no século XIX. O artesanato luxuoso e produtos (como a seda e o chá) despertaram a cobiça nos países colonizadores. Entretanto, o principal atrativo foi o ópio.
A China, vendo que o ópio (vindo da Índia, uma colônia inglesa) trazia problemas para a própria população, proibiu a venda dessa droga no território. Mas mesmo sendo proibido, os traficantes chineses compravam ou trocavam produtos locais por ópio. Esse conflito de imposições das leis chinesas e os interesses britânicos causaram a Guerra do Ópio. Ao final dessa guerra, a China foi domada pelos ingleses.
Da mesma forma em que ocorreu em outros países colonizados, a Inglaterra impôs uma cultura (imposição de valores, crenças e costumes vindos dos países dominantes).
Imperialismo na Índia:
O imperialismo na Índia mostrou pontos de vistas diferentes, pois muitos viam a dominação inglesa como algo beneficente, o que de certa forma era verdade (houve construção de ferrovias, pavimentação de estradas e instalação de linhas de telégrafo). Mas por outro lado, houve a exploração das classes oprimidas e a pobreza proveniente do imperialismo inglês, causando revoltas contra a ocupação inglesa.
Postado e escrito pela aluna Carla Yuriane Kato Mizuta nº 3
quarta-feira, 27 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Resumo do dia 30
Formação Territorial dos Estados Unidos
O processo de expansão territorial do EUA começou com a compra de alguns territórios pertencentes à Inglaterra em 1783. Em 1803 os Estados Unidos compraram a região da Flórida, que pertencia à Espanha. Os Estados Unidos também compraram terras da França e Rússia.
Motivados pelo Destino Manifesto, os Estados Unidos invadiram parte do México, dominando o território.
O Destino Manifesto dizia que cabia ao EUA dominar a América. Com isso, influenciaram ações da política externa estadunidense no século XIX.
- Guerra de Secessão:
A guerra de secessão ocorreu após a independência dos Estados Unidos. A guerra civil americana ameaçou separar o país na metade do século XIX. Contudo, a vitória do exército do norte sobre o sul, garantiu a unidade territorial, possibilitando a modernização do país.
Economia e Sociedade no Brasil Império
Na metade do século XIX, o Brasil ficou marcado pela sua economia agrária. O café, algodão, açúcar, erva-mate e o tabaco foram os principais produtos dessa economia agrária. Nesse mesmo período, a industrialização deu seus primeiros passos.
Em 1844 a Tarifa Alves Branco, criada por Alves Brando (ministro da fazenda), foi imposta. Essa tarifa aumentava as tarifas alfandegárias para reduzir a entrada de produtos estrangeiros. Tudo isso visando proteger o capital nacional.
A Lei Eusébio de Queirós, criada em 1850, tornou proibida o tráfico de escravos. Incentivando o investimento de capitais na indústria interna, pois o dinheiro investido em escravos poderia ser lançado para a industrialização.
Sem escravos, os produtores de café contrataram mão-de-obra estrangeira para substituir a escrava.
Outras leis foram criadas para as campanhas em defesa da abolição da escravatura: Lei do Ventre-Livre (1841), Lei dos Sexagenários (1885) e, por fim, a Lei Áurea, que libertou todos os escravos no dia 13 de maio de 1888.
O processo de expansão territorial do EUA começou com a compra de alguns territórios pertencentes à Inglaterra em 1783. Em 1803 os Estados Unidos compraram a região da Flórida, que pertencia à Espanha. Os Estados Unidos também compraram terras da França e Rússia.
Motivados pelo Destino Manifesto, os Estados Unidos invadiram parte do México, dominando o território.
O Destino Manifesto dizia que cabia ao EUA dominar a América. Com isso, influenciaram ações da política externa estadunidense no século XIX.
- Guerra de Secessão:
A guerra de secessão ocorreu após a independência dos Estados Unidos. A guerra civil americana ameaçou separar o país na metade do século XIX. Contudo, a vitória do exército do norte sobre o sul, garantiu a unidade territorial, possibilitando a modernização do país.
Economia e Sociedade no Brasil Império
Na metade do século XIX, o Brasil ficou marcado pela sua economia agrária. O café, algodão, açúcar, erva-mate e o tabaco foram os principais produtos dessa economia agrária. Nesse mesmo período, a industrialização deu seus primeiros passos.
Em 1844 a Tarifa Alves Branco, criada por Alves Brando (ministro da fazenda), foi imposta. Essa tarifa aumentava as tarifas alfandegárias para reduzir a entrada de produtos estrangeiros. Tudo isso visando proteger o capital nacional.
A Lei Eusébio de Queirós, criada em 1850, tornou proibida o tráfico de escravos. Incentivando o investimento de capitais na indústria interna, pois o dinheiro investido em escravos poderia ser lançado para a industrialização.
Sem escravos, os produtores de café contrataram mão-de-obra estrangeira para substituir a escrava.
Outras leis foram criadas para as campanhas em defesa da abolição da escravatura: Lei do Ventre-Livre (1841), Lei dos Sexagenários (1885) e, por fim, a Lei Áurea, que libertou todos os escravos no dia 13 de maio de 1888.
terça-feira, 29 de março de 2011
aulas atrasadas.
Emancipação das Treze Colônias
As treze colônias eram divididas em duas partes, a parte sul ruralizada e a parte norte industrializada, essas duas partes queriam a liberdade de acordo com os ideais iluministas. Então fazem o primeiro congresso da Filadelfia onde só a Geórgia fica de fora e tentam acabar algumas leis coloniais:
Lei do selo: previa o aumento do imposto sobre os selos de cartas e mercadorias que fossem exportadas .
Lei do chá: monopólio do comércio de chá era das índias ocidentais, então para acabar com essa lei os americanos fazem a festa do chá de Boston onde varias toneladas de mercadorias foram afundadas no porto de Boston.
Lei do açúcar: restringia o comercio com as Antilhas proibindo os EUA comprar açúcar sem impostos altos por importação.
O segundo congresso da Filadelfia aconteceu depois da pressão militar da inglaterra, mas com ajuda da frança conseguiram se livrar abrindo o comercio com a França. E acabam proclamando a independencia nesse congresso.
Emancipação das Colônias Espanholas
Simon Bolívar queria unir todos as colônias espanholas. os calouros queriam a independencia de suas colônias.
O Haiti foi um dos primeiros estados a se tornar independente sem governo fixo e é assim até hoje.
No brasil com a vinda da familia real passsa a ser o Reino Unido do Brasil. Isso ajuda na independencia pois como a familia real estava aqui nem foi preciso guerra nem sangue.
Formçao territorial
EUA
Começou dividido em cinco partes ao leste e o resto era mexicano que aos poucos foi tomada com o destino manifesto.
Destino manifesto foi um manifesto on dizia que era destino os estados unidos colonizarem o oeste e nada mais era do que uma desculpa para tomar território mexicano. Isso gerou os famosos conflitos com os índios.
Guerra da Secessão
Envolve os estados do sul com os estados do norte pois esse ultimo queria que os do sul libertassem os escravos para diminuir a competição de venda entre os dois. Os estados do norte ganham e os escravos são libertados.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Resumo dos dias 23 e 25 de março
Emancipação das Colônias Espanholas:
A independência dos EUA inspirou as colônias espanholas na América. Essas colônias queriam liberdade política, diminuição dos impostos, etc.
Devido a rebeliões ocorridas nas primeiras décadas do século XIX, as colônias espanholas se libertaram e fundaram países independentes.
Outros fatores que incentivaram essa separação foram os ideais iluministas, desejo de autonomia e poder político para os criollos (grupo privilegiado, mas sem poder político colonial), desejo de liberdade comercial e o fim do monopólio de comércio colocado pela Espanha.
Um nome merecedor de destaque é Simón Bolívar. Ele propôs que as colônias libertadas se unissem e construíssem uma única nação. Entretanto, os Estados Unidos se opuseram a essa idéia, já que territórios menores são mais fáceis de tornarem frágeis e dependentes do mercado internacional. Por isso hoje, a América do Sul apresenta vários países.
Na maior parte das lutas pelas independências das colônias, não houve muita participação popular (com exceção do Haiti). Então, conclui-se que a independência não mudou na melhoria da condição de vida das pessoas.
Emancipação política do Brasil:
Assim como a independência dos Estados Unidos e demais nações da América Latina, o pensamento iluminista teve influência na luta da emancipação do país. E também foi a elite que organizou o levante, sem muito apoio do povo.
Fatores como a mudança da família real portuguesa para o Brasil, foi o primeiro passo para a emancipação política brasileira.
D. João abriu portos com nações, beneficiando a Inglaterra. Trouxe a urbanização para o país, principalmente no Rio de Janeiro. Ocorreram avanços no campo cultural e educacional com o desenvolvimento de novas escolas, teatros, etc.
Então o Brasil, em 1815, tornou-se um Reino Unido a Portugal. Percebe-se que a relação com a metrópole modificou e iniciou o processo de independência sem mudanças repentinas e sem intensos conflitos militares.
Diferente das outras emancipações, D. Pedro (filho do rei português D. João VI) foi coroado como rei e comandante do Estado Nacional após o processo de independência. E a abolição só ocorreu até o finjavascript:void(0)al do século XIX.
D. Pedro fez com que apenas pessoas de sua confiança redigissem uma nova constituição do país (mandando prender deputados com ideais liberais). A nova constituição brasileira foi imposta em 25 de março de 1824, o qual solicitava que o Brasil fosse divido em províncias, divisão do Estado em quatro poderes: Executivo, legislativo, judiciário e moderador, voto censitário, etc.
A independência dos EUA inspirou as colônias espanholas na América. Essas colônias queriam liberdade política, diminuição dos impostos, etc.
Devido a rebeliões ocorridas nas primeiras décadas do século XIX, as colônias espanholas se libertaram e fundaram países independentes.
Outros fatores que incentivaram essa separação foram os ideais iluministas, desejo de autonomia e poder político para os criollos (grupo privilegiado, mas sem poder político colonial), desejo de liberdade comercial e o fim do monopólio de comércio colocado pela Espanha.
Um nome merecedor de destaque é Simón Bolívar. Ele propôs que as colônias libertadas se unissem e construíssem uma única nação. Entretanto, os Estados Unidos se opuseram a essa idéia, já que territórios menores são mais fáceis de tornarem frágeis e dependentes do mercado internacional. Por isso hoje, a América do Sul apresenta vários países.
Na maior parte das lutas pelas independências das colônias, não houve muita participação popular (com exceção do Haiti). Então, conclui-se que a independência não mudou na melhoria da condição de vida das pessoas.
Emancipação política do Brasil:
Assim como a independência dos Estados Unidos e demais nações da América Latina, o pensamento iluminista teve influência na luta da emancipação do país. E também foi a elite que organizou o levante, sem muito apoio do povo.
Fatores como a mudança da família real portuguesa para o Brasil, foi o primeiro passo para a emancipação política brasileira.
D. João abriu portos com nações, beneficiando a Inglaterra. Trouxe a urbanização para o país, principalmente no Rio de Janeiro. Ocorreram avanços no campo cultural e educacional com o desenvolvimento de novas escolas, teatros, etc.
Então o Brasil, em 1815, tornou-se um Reino Unido a Portugal. Percebe-se que a relação com a metrópole modificou e iniciou o processo de independência sem mudanças repentinas e sem intensos conflitos militares.
Diferente das outras emancipações, D. Pedro (filho do rei português D. João VI) foi coroado como rei e comandante do Estado Nacional após o processo de independência. E a abolição só ocorreu até o finjavascript:void(0)al do século XIX.
D. Pedro fez com que apenas pessoas de sua confiança redigissem uma nova constituição do país (mandando prender deputados com ideais liberais). A nova constituição brasileira foi imposta em 25 de março de 1824, o qual solicitava que o Brasil fosse divido em províncias, divisão do Estado em quatro poderes: Executivo, legislativo, judiciário e moderador, voto censitário, etc.
domingo, 20 de março de 2011
Emancipação Política das Colônias Inglesas
As treze colônias inglesas (na América do Norte) lutaram pela emancipação quando a Inglaterra começou a aumentar seus impostos e a explorar mais as colônias.
Esse aumento de impostos ocorreu porque a Inglaterra havia acabado de sair de uma guerra com a França. Mesmo saindo vitoriosa da guerra, a Inglaterra enfrentava uma crise (afinal, que país ao sair da guerra não tem prejuízo?). Então, a Inglaterra julgou ser correto, as colônias ajudarem na recuperação do país.
Algumas leis que exploravam as colônias eram: Lei do Açúcar, Lei do Selo, Tarifas Townshend, Lei do Chá. Todas foram impostas entre 1764 e 1773.
Os colonos, diante do aumento abusivo das taxas, se rebelaram. Um episódio que marcou foi o do “Boston tea party”, onde os colonos se disfarçaram de índios e invadiram o Porto de Boston para roubar os produtos (chá). Depois, toda mercadoria saqueada foi jogada no mar.
Por ter tido um grande prejuízo, a Inglaterra reprimiu os colonos pelas “Leis Intoleráveis”. O governo inglês exigiu uma indenização pelo chá, o fechamento do Porto de Boston, criação de um governo militar em Massachusetts e julgamentos dos envolvidos na Inglaterra, não nas colônias.
Em 1774, os representantes das treze colônias (com exceção da Geórgia), reuniram-se em Filadélfia. Nessa reunião, eles exigiram a anulação das Leis Intoleráveis, fim do monopólio de comércio e a redução das taxas de impostos feitas pela Inglaterra. Mesmo a Inglaterra tendo negado esses pedidos, esse congresso serviu para que os colonos saíssem fortalecidos. Pois se articularam e se juntaram para a liberdade das treze colônias.
Em 4 de julho de 1776, os colonos se reuniram no segundo congresso de Filadélfia para redigir a Declaração de Independência dos Estados Unidos. A Inglaterra não reconheceu o pedido e então houve a Guerra de Independência (1776-1781).
Em 3 de setembro de 1783 os ingleses reconheceram os Estados Unidos como uma nação independente. Os Estados Unidos, inspirados pelos iluministas, propôs um governo republicano, presidencialista e federalista. Seu primeiro presidente foi George Washington.
Esse aumento de impostos ocorreu porque a Inglaterra havia acabado de sair de uma guerra com a França. Mesmo saindo vitoriosa da guerra, a Inglaterra enfrentava uma crise (afinal, que país ao sair da guerra não tem prejuízo?). Então, a Inglaterra julgou ser correto, as colônias ajudarem na recuperação do país.
Algumas leis que exploravam as colônias eram: Lei do Açúcar, Lei do Selo, Tarifas Townshend, Lei do Chá. Todas foram impostas entre 1764 e 1773.
Os colonos, diante do aumento abusivo das taxas, se rebelaram. Um episódio que marcou foi o do “Boston tea party”, onde os colonos se disfarçaram de índios e invadiram o Porto de Boston para roubar os produtos (chá). Depois, toda mercadoria saqueada foi jogada no mar.
Por ter tido um grande prejuízo, a Inglaterra reprimiu os colonos pelas “Leis Intoleráveis”. O governo inglês exigiu uma indenização pelo chá, o fechamento do Porto de Boston, criação de um governo militar em Massachusetts e julgamentos dos envolvidos na Inglaterra, não nas colônias.
Em 1774, os representantes das treze colônias (com exceção da Geórgia), reuniram-se em Filadélfia. Nessa reunião, eles exigiram a anulação das Leis Intoleráveis, fim do monopólio de comércio e a redução das taxas de impostos feitas pela Inglaterra. Mesmo a Inglaterra tendo negado esses pedidos, esse congresso serviu para que os colonos saíssem fortalecidos. Pois se articularam e se juntaram para a liberdade das treze colônias.
Em 4 de julho de 1776, os colonos se reuniram no segundo congresso de Filadélfia para redigir a Declaração de Independência dos Estados Unidos. A Inglaterra não reconheceu o pedido e então houve a Guerra de Independência (1776-1781).
Em 3 de setembro de 1783 os ingleses reconheceram os Estados Unidos como uma nação independente. Os Estados Unidos, inspirados pelos iluministas, propôs um governo republicano, presidencialista e federalista. Seu primeiro presidente foi George Washington.
sábado, 12 de março de 2011
Resumos das Ultimas Aulas
Unificação Alemã
Antes da unificação a Alemanha era um estado muito disperso, e o primeiro passo para a unificação foi a confederação que começou na Prússia.
Zollverein era a liga aduaneira da Prússia e a mais desenvolvida mas mesmo assim não conseguia conquistar a Áustria. Após a formação do estado unificado Guilherme I se torna o Kaiser do primeiro Reich e Otto Von Bismark se torna o primeiro fuher.
Liberalismo
Está associado a uma economia liberal ou seja não existe intervenção do estado, o próprio mercado se regulariza. Para os liberais existe uma mão invisível que controla o mercado.
O mercado liberal aumenta a concorrência, a tecnologia, atendimento, e diminui os preços.
As teorias marxistas não aceitam o liberalismo pois se baseiam em um conflito de classes.
Socialismo
Após a crise do capitalismo os operarios foram ao poder e veio o socialismo que futuramente era evoluir ao comunismo. O socialismo preve a divisão dos bens com toda a sociedade.
Socialismo científico: tinha comprovação e esvazamento na teoria.
Socialismo utópico: não tinha comprovação como o científico.
Socialismo cristão: é o socialismo criado pela igreja pois o socialismo era contra a igreja ou qualquer tipo de alienação. No começo se viu neutra depois foi forçada a criar um socialismo.
Divisão do trabalho
Com a revolução industrial passaram a diferenciar da manufatura o modo de trabalho trocando pela maquinofatura onde em vez de cada trabalhador aprender o processo de criar um produto inteiro cada um cria apenas uma parte do produto aumentando a velocidade de produção.
Anarquismo
Prega a ausência de autoridade e as leis eram feitas e interpretadas por cada cidadão.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Resumo da aula do dia 2 de março
Igreja e Socialismo
A Igreja não apoiava e nem condenava o socialismo científica (mesmo criticando a religião), pois o socialismo favorecia os mais necessitados e a Igreja apoiava os pobres.
Anarquismo:
O anarquismo se caracterizou pela ausência de líderes no poder. Eles acreditavam que qualquer instituição impedia o alcance da liberdade, então a Igreja e o Estado eram criticados pelos anarquistas.
A Igreja não apoiava e nem condenava o socialismo científica (mesmo criticando a religião), pois o socialismo favorecia os mais necessitados e a Igreja apoiava os pobres.
Anarquismo:
O anarquismo se caracterizou pela ausência de líderes no poder. Eles acreditavam que qualquer instituição impedia o alcance da liberdade, então a Igreja e o Estado eram criticados pelos anarquistas.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Síntese das aulas dos dias 23 e 25 de fevereiro
Unificação da Alemanha:
Até 1870 a Alemanha era um Estado adverso, então surge a confederação germânica. A confederação germânica é o primeiro passo para a unificação.
Assim como a Itália, a Alemanha teve que lugar contra o domínio austríaco. A Prússia estava no domínio dos austríacos e os austríacos possuíam o exército mais forte.
Guilherme I (imperador da Prússia) e o Otto Bismarck (ministro da Prússia) foram duas pessoas que tomaram a iniciativa para a unificação, principalmente Bismarck. Ambos comandaram um exército prussiano que venceram a Dinamarca, a Áustria e a França. Com o domínio da França, eles anexaram a região da Alsácia-Lorena e consolidaram a unificação Alemã. Guilherme I foi o kaiser da Alemanha unificada e Bismarck se intitulou como o primeiro fuher.
Liberalismo:
Quando falamos do liberalismo, associamos a uma economia liberal. Ou seja, não existia a intervenção (ou era mínima) do Estado. O próprio mercado se regulamentava.
O liberalismo tentava garantir à classe burguesa o desenvolvimento do capitalismo sem que houvesse a interferência do Estado na economia, fazendo com que todos fossem iguais perante a justiça. Como exemplo, as fábricas estrangeiras não pagavam taxas altas em relação às fábricas do próprio país. Para os liberais existia uma mão invisível que regulamentava o mercado.
Para o consumidor o liberalismo trouxe benefícios. Como preços mais baixos dos produtos, opções de compras, investimento em tecnologia.
Socialismo:
O socialismo se opõe ao liberalismo, pois se baseia na teoria marxista. A teoria marxista tem por base a lutas de classes (classe operária x classe dominante). Segundo Marx a classe operária deveria se unir e tomar o poder.
Para existir o socialismo tem que haver o capitalismo. Com o capitalismo no seu auge, o capitalismo declina. Os operários assumem o poder, então o socialismo surge e logo mais tarde o comunismo.
O socialismo pode ser divido em Socialismo utópico e Socialismo científico. O socialismo utópico ficou conhecido por seus opositores considerarem as teorias propostas difíceis de serem executadas (Saint Simon, Charles Fourier e Robert Owen foram alguns dos expoentes do socialismo utópico). Já o socialismo científico, proposto por Marx e Engels, havia uma comprovação dos resultados.
Postado e escrito por Carla.
Até 1870 a Alemanha era um Estado adverso, então surge a confederação germânica. A confederação germânica é o primeiro passo para a unificação.
Assim como a Itália, a Alemanha teve que lugar contra o domínio austríaco. A Prússia estava no domínio dos austríacos e os austríacos possuíam o exército mais forte.
Guilherme I (imperador da Prússia) e o Otto Bismarck (ministro da Prússia) foram duas pessoas que tomaram a iniciativa para a unificação, principalmente Bismarck. Ambos comandaram um exército prussiano que venceram a Dinamarca, a Áustria e a França. Com o domínio da França, eles anexaram a região da Alsácia-Lorena e consolidaram a unificação Alemã. Guilherme I foi o kaiser da Alemanha unificada e Bismarck se intitulou como o primeiro fuher.
Liberalismo:
Quando falamos do liberalismo, associamos a uma economia liberal. Ou seja, não existia a intervenção (ou era mínima) do Estado. O próprio mercado se regulamentava.
O liberalismo tentava garantir à classe burguesa o desenvolvimento do capitalismo sem que houvesse a interferência do Estado na economia, fazendo com que todos fossem iguais perante a justiça. Como exemplo, as fábricas estrangeiras não pagavam taxas altas em relação às fábricas do próprio país. Para os liberais existia uma mão invisível que regulamentava o mercado.
Para o consumidor o liberalismo trouxe benefícios. Como preços mais baixos dos produtos, opções de compras, investimento em tecnologia.
Socialismo:
O socialismo se opõe ao liberalismo, pois se baseia na teoria marxista. A teoria marxista tem por base a lutas de classes (classe operária x classe dominante). Segundo Marx a classe operária deveria se unir e tomar o poder.
Para existir o socialismo tem que haver o capitalismo. Com o capitalismo no seu auge, o capitalismo declina. Os operários assumem o poder, então o socialismo surge e logo mais tarde o comunismo.
O socialismo pode ser divido em Socialismo utópico e Socialismo científico. O socialismo utópico ficou conhecido por seus opositores considerarem as teorias propostas difíceis de serem executadas (Saint Simon, Charles Fourier e Robert Owen foram alguns dos expoentes do socialismo utópico). Já o socialismo científico, proposto por Marx e Engels, havia uma comprovação dos resultados.
Postado e escrito por Carla.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Resumo das Aulas 3 e 4
Para Marx revolução industrial criou duas classes a operaria e a dominante, a classe operaria se sentia oprimida pela dominante.
Algumas ideologias do século XIX foram responsáveis por algumas mudanças que ocorreram no mundo uma delas foi o nacionalismo.
O nacionalismo foi responsável pela unificação de vários países como Alemanha e Itália, na Itália a unificação começou em Piemonte (que era um estado organizado e industrializado na época) e estava dividida em vários estados incluindo o Estado da Igreja que na unificação gerou alguns conflitos e perdeu parte de seu território.
O nacionalismo influenciou também influenciou o congresso de viena que visava devolver as terras tomadas por Napoleão aos principais países invadidos, um desses territórios foi a Alsácia Lorena.
Um dos interesses da unificação era o ser um país forte e totalmente independente, na Alemanha que teve que lutar com o império austríaco.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Resumo das aulas do dia 16 e 18 de fevereiro
Continuação: Revolução Industrial
A teoria Marxista se baseava no conflito de classes. Ou seja, havia conflitos constantes entre a classe operária e a dominante. A classe operária se sentia oprimida perante a dominante.
Ideologia do Século XIX
O século XIX foi marcado pelas ideologias que transformaram o mundo e modificaram a forma de como a sociedade se interagia na época.
Nesse século, as ideias nacionalistas estavam difundidas na região pertencente a Europa. O nacionalismo era baseado na teoria ufanista (ou seja, tratavam a nação como o sem bem maior).
Na capital da Áustria, era organizado o Congresso de Viena. O principal objetivo desse congresso era dividir as terras retomadas pelos aliados que derrotaram Napoleão Bonaparte e devolver o trono as antigas dinastias que preenchiam o poder em seus respectivos países antes da expansão militar promovida por Napoleão. E a Itália, no começo do século XIX, permaneceu dividida em Estados.
Um país de grande destaque quando nos referimos ao nacionalismo, é a Itália. Pois o nacionalismo irá favorecer na unificação desse país, fazendo com que os Estados (como exemplos: Parma, Piemonte, Ístria, etc.) quisessem se fortalecer! Essa ideologia foi proposta em Piemonte, um Estado organizado e industrializado neste século.
Outro país que passou pelo mesmo processo que a Inglaterra, foi a Alemanha. Ambos os países queriam se fortalecer como uma grande nação e também tiveram de lutar contra o domínio austríaco. Uma diferença notória entre esses dois países era que a Itália entrou em conflito também com a Igreja Católica, pois a Igreja temia perder o controle sobre os Estados e consequentemente era contra a unificação italiana. Mas no final cederam uma porção de terra para a Igreja Católica, onde se estabeleceu a sede dessa religião, no Vaticano.
Texto postado e escrito por Carla.
A teoria Marxista se baseava no conflito de classes. Ou seja, havia conflitos constantes entre a classe operária e a dominante. A classe operária se sentia oprimida perante a dominante.
Ideologia do Século XIX
O século XIX foi marcado pelas ideologias que transformaram o mundo e modificaram a forma de como a sociedade se interagia na época.
Nesse século, as ideias nacionalistas estavam difundidas na região pertencente a Europa. O nacionalismo era baseado na teoria ufanista (ou seja, tratavam a nação como o sem bem maior).
Na capital da Áustria, era organizado o Congresso de Viena. O principal objetivo desse congresso era dividir as terras retomadas pelos aliados que derrotaram Napoleão Bonaparte e devolver o trono as antigas dinastias que preenchiam o poder em seus respectivos países antes da expansão militar promovida por Napoleão. E a Itália, no começo do século XIX, permaneceu dividida em Estados.
Um país de grande destaque quando nos referimos ao nacionalismo, é a Itália. Pois o nacionalismo irá favorecer na unificação desse país, fazendo com que os Estados (como exemplos: Parma, Piemonte, Ístria, etc.) quisessem se fortalecer! Essa ideologia foi proposta em Piemonte, um Estado organizado e industrializado neste século.
Outro país que passou pelo mesmo processo que a Inglaterra, foi a Alemanha. Ambos os países queriam se fortalecer como uma grande nação e também tiveram de lutar contra o domínio austríaco. Uma diferença notória entre esses dois países era que a Itália entrou em conflito também com a Igreja Católica, pois a Igreja temia perder o controle sobre os Estados e consequentemente era contra a unificação italiana. Mas no final cederam uma porção de terra para a Igreja Católica, onde se estabeleceu a sede dessa religião, no Vaticano.
Texto postado e escrito por Carla.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Aulas 09/02 e 11/02

Revolução Industrial
A revolução industrial começou no século XVIII e é dividida teoricamente em três etapas a primeira marcada pela evolução da indústria textil.
Na segunda metade do século XVIII a Inglaterra começou o seu processo de modernização industrial trocando a manufatura pela maquinofatura sendo o primeiro país a passar pela revolução industrial.
A Inglaterra foi pioneira na industrialização pois tinha mão de obra abundante, grande concentração de captais nas mão dos burgueses, tinham muitas jazidas de minérios e possuiam colônias das quais extraiam a matéria prima e escoavam sua produção.
Nas indústrias muitos operários ficaram desempregados pois haviam sido substituídos pelas máquinas, isso gerou miséria e doenças.
Outro grande avanço dessa etapa da revolução foi a utilização de energia a vapor ajudando ainda mais na produção e junto com a siderúrgica na produção de transporte para as mercadorias.
A segunda etapa teve como o marco o desenvolvimento da indústria siderúrgica, essas duas etapas fizeram o capitalismo crescer ainda mais.
Postado e redigido por Rafael.
Sínteses das aulas de História dos dias 9/2 e 11/2
Revolução Industrial
A revolução industrial teve grande marco devido ao avanço da tecnologia. Nesse período ocorreu a substituição de vários trabalhadores por máquinas mais rápidas e eficientes, ou seja, houve a troca da manufatura pela maquinofatura.
O país que obteve grande êxito foi a Inglaterra. Este país europeu possuía muitas jazidas de carvão, diversas colônias, abundância de matéria-prima e pessoas dispostas a operar as máquinas. O carvão era a principal fonte de energia das fábricas, os produtos fabricados eram vendidos nas colônias inglesas. Então é plausível entender o motivo da Inglaterra se sobressaltar. Além do fato de que existiam muitas jazidas de ferro (principal material utilizado para a construção das máquinas e dos transportes dos produtos, as famosas locomotivas à vapor).
A revolução industrial pode ser divida em fases. A primeira fase atingiu a indústria têxtil e a segunda englobou as siderúrgicas.
Entende-se que a revolução trouxe benefícios como preços de produtos mais acessíveis, mais produção em menos tempo. Mas por outro lado trouxe o caos. Muitas pessoas ficaram desempregadas e houve o êxodo rural. As cidades começaram a crescer desordenadamente e tornou-se mais movimentadas, com isso o comércio se fortaleceu.
As condições de trabalho eram péssimas. As cargas horárias eram enormes, entre 16 e 12 horas de trabalho diariamente. Crianças eram submetidas ao trabalho e sofriam diversos acidentes, assim como os adultos.
Postado e redigido por Carla.
A revolução industrial teve grande marco devido ao avanço da tecnologia. Nesse período ocorreu a substituição de vários trabalhadores por máquinas mais rápidas e eficientes, ou seja, houve a troca da manufatura pela maquinofatura.
O país que obteve grande êxito foi a Inglaterra. Este país europeu possuía muitas jazidas de carvão, diversas colônias, abundância de matéria-prima e pessoas dispostas a operar as máquinas. O carvão era a principal fonte de energia das fábricas, os produtos fabricados eram vendidos nas colônias inglesas. Então é plausível entender o motivo da Inglaterra se sobressaltar. Além do fato de que existiam muitas jazidas de ferro (principal material utilizado para a construção das máquinas e dos transportes dos produtos, as famosas locomotivas à vapor).
A revolução industrial pode ser divida em fases. A primeira fase atingiu a indústria têxtil e a segunda englobou as siderúrgicas.
Entende-se que a revolução trouxe benefícios como preços de produtos mais acessíveis, mais produção em menos tempo. Mas por outro lado trouxe o caos. Muitas pessoas ficaram desempregadas e houve o êxodo rural. As cidades começaram a crescer desordenadamente e tornou-se mais movimentadas, com isso o comércio se fortaleceu.
As condições de trabalho eram péssimas. As cargas horárias eram enormes, entre 16 e 12 horas de trabalho diariamente. Crianças eram submetidas ao trabalho e sofriam diversos acidentes, assim como os adultos.
Postado e redigido por Carla.
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